A coleção tem uma mistura do punk com o islã, misturando vestimentas árabes todas cobertas com bermudas e tecidos leves. Couro, jeans, lã, com uma alfaiataria precisa, ao lado de vestidos leves, esvoaçantes. A estampa do Aladin, a mão de Fátima, azulejos árabes, camelos, tudo baseado na cultura do outro lado do planeta.
O esportivo ganhou um toque moderno e sofisticado com moletons que viraram vestidos curtos e túnicas mais compridas. Na parte masculina, camisas mais longas, lembrando a roupa dos homens da região, além de penduricalhos e acessórios de metal, tassel, enfeitavam as peças, como também nas femininas. O desfile que começou quase uma hora depois do previsto e durou apenas vinte minutos mostra que a Cavalera mantem a maturidade na roupa jovial.
















































Fotos: Márcio Madeira
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